VEJA VISTO DE DOM JOAQUIM DOMINGUES DE OLIVEIRA , ANOTADO EM 10 DE JULHO DE 1916, DURANTE SUA VISITA PASTORAL A URUSSANGA.
" Dom Joaquim é o nome que praticamente se confunde com o da Diocese e depois Arquidiocese de Florianópolis. Vamos encontrá-lo pastoreando o rebanho de 1914 a 1967. Atravessou a Ia. Guerra Mundial, a crise nacional pré-getulista,o Estado Novo, a 2a. Guerra, a redemocratização, o Golpe militar de 1964, o Concílio Ecumênico. Encontrou um Estado catarinense rural e viu-o paulatinamente se industrializar. Entravam e saíam governantes, entravam e saíam Vigários, o povo crescia e morria, e Dom Joaquim continuava. Acolheu seminaristas que depois ordenou sacerdotes, bispos, viu-os envelhecendo, morrendo, e o Pastor continuava a “presidir com solicitude”, seu lema Episcopal."
IMAGEM: DOM JOAQUIM DOMINGUES DE OLIVEIRA
ANO: 1914




















Segundo o senhor Lucio Olivier Ghisi, que tem 85 anos e foi proprietário de um armazém na Avenida Presidente Vargas até o ano de 1975, os urussanguenses sempre gostaram e consumiram bacalhau na Quaresma.. “Eu não sei como, mas cheguei a vender três caixas de bacalhau em um só dia. Acho que foi porque o bacalhau só chegou na véspera da sexta-feira santa. Tenho até hoje a lista de meus fregueses de bacalhau. Eu vendia também muita sardinha em lata. Vinha em latas grandes, mas era muito salgada. Eu não gostava, mas os colonos compravam bastante também”, informou Seu Lúcio.


























